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Educação & Cultura

Crianças se educam para o trânsito

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2_semana_transitoEstudantes de Sentinela do Sul e Cerro Grande do Sul receberam orientações da Brigada Militar.

Confirmado nomes de palestrantes do seminário de educação

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convidados_seminarioSentinela do Sul
Foi divulgado pela secretaria municipal de Educação, Turismo, Desporto e Cultura de Sentinela do Sul o nome dos 16 palestrantes do IV Seminário Regional e o III Seminário Estadual de Educação, evento que ocorre de 23 a 26 de maio, junto ao ginásio municipal do Laranjão.
O evento objetiva aprimorar as capacidades intelectuais e aperfeiçoar as técnicas em sala de aula, por parte dos docentes. Devido o caráter regional e estadual a organização apresenta um leque de escritores, poetas, jornalistas e de estudiosos com vasto trabalho literário e sólida experiência na área da educação.
O tema escolhido para este ano aborda a leitura e a escrita, como elementos fundamentais para o desenvolvimento das capacidades cognitivas de alunos em sala de aula: “Ler e Escrever: cultivando a arte do pensar”. Na programação do seminário espaço para atividades culturais e artísticas. Dentre alguns dos principais palestrantes confirmados está o nome do poeta, escritor, jornalista e professor universitário, Fabrício Carpi Nejar. Autor de dezessete livros do gênero e premiado com mais de 18 troféus por obras literárias, o jornalista e mestre em literatura pela UFRGS, abre o evento, no dia 23, à noite, e aborda o tema “Olhar de Escritor”. Pela primeira vez na cidade, a palestra promete ser muito concorrida por parte do público participante.
Ao longo da programação, outro nome confirmado está o da ex-secretária Estadual de Educação, em duas passagens, no período de 1990 a 1998 e deputada Estadual pelo PMDB, agora atuando como assessora Parlamentar na Área da Educação na Bancada do PPS na Assembleia Legislativa do RS,  Iara  Wortmann.
Iara Wortmann é pós-graduada em nível de especialização em Supervisão Educacional – FAPA. Em sua biografia consta ainda a presidência junto a Associação dos Administradores de Educação do Estado do Rio Grande do Sul e delegada de Educação da 1ª  Delegacia de Educação (Porto Alegre) nos anos 90. Outro nome de destaque é o da ex-secretária da Educação no governo de Yeda Crusius, Mariza Abreu. A ex-secretária estadual, que buscou implementar mudanças no sistema de avaliação do ensino público do Rio Grande do Sul, na época, defendia a formação continuada dos professores, com protestos por parte do Cpers.
Já Paulo Flávio Ledur, licenciado em Letras pela Faculdade Porto-Alegrense de Educação, Ciências e Letras (FAPA) e Mestre em Linguística Aplicada pela PUCRS, autor de diversos livros, destacando-se: Português prático, Guia prático da nova ortografia e Redação oficial dos municípios, fala aos professores e ao público, na oficina sobre pensar mais e decorar menos, palestra prevista para o segundo dia do seminário, pela manhã. Para participar do evento o valor do investimento a todos os participantes será de R$ 10,00. O pagamento deve ser efetuado por meio de depósito bancário, junto ao Banco do Brasil conforme os seguintes dados: Agência 0263-1 – Conta Corrente: 1205-X, confirmando o CNPJ: 94068277/0001-08, tudo isso após o preenchimento da ficha de inscrição e fax com comprovante de depósito, para o telefone da SMTEDC – 51-3679-1038.
Os participantes recebem, ao final, certificados com carga horária de 30 horas presenciais ou de 40 horas, presenciais e 10 horas à distância. O evento será acompanhado pelo endereço eletrônico: WWW.sentineladosul.rs.gov.br.     

Programação oficial:

23/05: Quarta-Feira (Noite)
18h: Abertura Oficial  
Credenciamento
Apresentação Artística
18h30min: Palestra - “Olhar de Escritor” - Surgimento e cultivo da vocação. Importância da leitura.
Palestrante: Fabrício Carpinejar

24/05: Quinta-Feira (Manhã)
8h30min: Palestra - Oficina de Técnicas: Pensar mais e decorar menos.
Palestrante: Paulo Ledur

24/05: Quinta-Feira (Tarde)
13h30min: Palestra - “Leitura e Escrita no cotidiano escolar”.
Palestrantes: Cláudia Machado
Marisa Abreu
Iara Wortmann

24/05: Quinta-Feira (Noite)
18h30min: “A arte de pensar” - Inclusão Escolar.
Palestrante: Marinês Cendron
“A arte de pensar” – Gestão Democrática da Educação.
Palestrante: Daniela Pires

25/05: Sexta-Feira (Manhã)
8h30min: Palestra – “Olhar de Escritor” – Criatividade. Abertura de Horizontes. Diferenciais.
Palestrantes: Elma Sant’Ana
Celito De Grandi
Dilan Camargo

25/05: Sexta-Feira (Tarde)
13h30min: “A arte de pensar” – O mundo hoje.
Palestrante: Jurandir Soares
“A arte de pensar” – Pessoa Humana
Palestrante:  Cleber Benvegnú
“A arte de pensar” – Pais e Filhos
Palestrante: Maria Leda Reis de Ávilla

25/05: Sexta-Feira (Noite)
18h30min: Sarau de Poesia e Música
Palestrante: Cristina Macedo
Renato de Mattos Motta
Otávio Segala

26/05: Sábado
Atividade Complementar

A Origem de Cerro Grande do Sul

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cerro_antigoEm 12 de Maio o município completará 24 anos de emancipação política. O Regional de Notícias buscou fotos em arquivos pessoais de moradores sulcerrograndenses que mostram alguns fatos ocorridos na então futura sede do município.
Infelizmente, principalmente pelo fato de que o município ainda é desprovido de um projeto que institua um arquivo municipal, é que a cada dia torna-se mais difícil para as novas gerações conhecerem sobre a história dos principais personagens que idealizaram e lutaram pela emancipação do território. Os poucos, porém importantes arquivos pessoais, são as únicas fontes que ainda guardam os documentos sobre alguns dos importantes fatos ocorridos há quase um século atrás. Esses poucos arquivos pessoais são de grande valor histórico e fundamental  para o estudo da origem da colonização e formação do município.   

Por volta de 1910, originou-se o município de Cerro Grande do Sul, primeiramente com a denominação de Colônia De Rio Grande, mudado posteriormente para Fortaleza. Essa mudança foi provocada por freqüentes confusões com a atual cidade de Rio Grande, já existente. O nome Fortaleza está relacionado com um cerro existente nas proximidades da área urbana que tem uma fachada de pedra vertical dando a impressão de uma fortaleza. Como também já existia outra localidade com este nome, foi mudado para Cerro Grande, em referência a um cerro existente no 3º distrito, divisa com Camaquã, cujo o pico se situa a 550 metros acima do nível do mar, sendo o ponto culminante do Município e também da zona sul do estado.
A origem étnica de Cerro Grande do Sul era bastante heterogênea, com cerca de 10% de italianos, 20% de alemães, 40% de portugueses, 5% de poloneses, 10% de negros, 10% de espanhóis e 5% entre franceses, austríacos, suecos, russos, etc.. Tem-se como pioneiro do núcleo de moradores da atual sede de Cerro Grande do Sul, o senhor Arthur Emílio Jenisch, que aqui se instalou por volta da década de 1910, quando a travessia do Arroio Velhaco, tanto em Cerro Grande como Brasino, era feita por intermédio de balsas. Vieram outras famílias que também muito contribuíram para o desenvolvimento local, como a de Schmaedecke, Wolfle, Zenker, Curtinaz, Danelon e outras. O Cel. Arthur Emílio Jenisch, foi que posteriormente projetou o perímetro urbano. O vice-intendente em exercício de Dores de Camaquã (atual Sentinela do Sul), Sr. Narciso Fernandes Barbosa, mediante ato nº 4 de 13 de maio de 1924, promulgou o Decreto pelo qual foi criado o 3º distrito de Tapes, e em 1938 foi à sede elevada à categoria de Vila.
cerro_antigo1No mesmo ano foi criado o Cartório distrital, sendo o primeiro escrivão o Sr. Affonso Curtinaz Filho. O Cel. Arthur Emílio, foi nomeado juiz distrital. Em 31 de dezembro de 1957 foi criada a paróquia de São José da Fortaleza, assumindo o primeiro pároco, o Pe. Bráulio Aluysio Weber, em 09 de março de 1958. Em 1979, José Curtinaz Pacheco Filho, Vice-Prefeito na época, liderou um movimento junto aos comerciantes e empresários locais, buscando apoio moral e financeiro pra iniciar os trabalhos de levantamento, visando à emancipação do 3º distrito, parte do segundo e ainda parte do Município de Camaquã e São Jerônimo, o que não logrou êxito. Em 1981 essas idéias voltaram à tona. Tomou novo impulso a partir da visita que o Sr. Rui Born, da diretoria da SURBAM, fizera aos empresários Volmir e Volmar Danelon nesse ano.
Juntamente com os mesmos, percorreu a Vila e garantiu que seriam bem sucedidos. Foi levado a contato com outras pessoas que aderiram à idéia. Ao falarem com o Dr. Luiz Roberto Wander, este já lhes apresentou uma série de números e dados que havia coletado, com isto tomando a iniciativa de convocar uma assembléia para eleger a comissão emancipacionista de Cerro Grande, em outubro do mesmo ano.
Nas dependências do Clube Cruzeiro do Sul, foi a mesma eleita com os seguintes membros: Presidente: José Curtinaz Pacheco Filho; 1º Vice-Presidente: Edarte Danelon; 2º Vice-Presidente: Hélio Zenker; 1º Secretário: Admar Amazonas Coutinho de Oliveira; 2º Secretário: Pedro dos Santos Fonseca; 1º Tesoureiro: Ary Costa Tejada; 2º Tesoureiro: Volmir Fernando Schaidhauer Danelon; Diretores: Guiomar Gorziza e Ronaldo Henrique Bischoff. No entanto, esta primeira tentativa não obteve êxito. Em 1986 a Comissão é reorganizada para tentar a emancipação em 1988. Fora procurado o atual Prefeito de Tapes, Sr. José Wilson da Silva, o qual deu todo seu apoio, atenção e prioridade. Em novembro de 1986, a comissão vai a Camaquã falar com o Prefeito Marco Aurélio Pereira, mostrando-lhe o mapa, o qual falou que a causa era justa. Exigiu somente que fosse deixado de fora o Colégio do Bonito para Camaquã.
Em 10/12/1986, foi sancionada e publicada no Diário Oficial a Lei que autorizava o plebiscito. Em janeiro de 1987, foi pedida uma audiência com o Prefeito de São Jerônimo, Sr. Benito Garcia, que, acompanhado de advogado, técnico do IBGE, imprensa, vereadores e funcionários, mostrando a cópia do processo, comunicou a decisão de não ceder área do território de São Jerônimo. Veio a segunda modificação do mapa (a primeira fora para excluir o Colégio do Bonito).
Dos 850 km² iniciais, ficaram 600 km². Em decorrência do falecimento do 1º Presidente da comissão, assumiu o 1º Vice-Presidente, Sr. Edarte Danelon, que começou a fazer os contatos necessários. Marcando plebiscito para 20/09/1987, às 9:00 horas do dia 19 fica-se sabendo que às 22 horas do dia 18 fora expedida uma liminar decorrente do mandado de segurança, impetrado por um morador de Camaquã, suspendendo com isto a consulta plebiscitária. Veio a 3ª modificação do mapa, que deixava fora a parte de Camaquã e parte do 2º distrito de Tapes.
Feito os devidos acordos, insurgiu-se outro morador, exigindo que o povoado de Potreiro Grande ficasse fora, inclusive o cemitério. Veio a 4ª modificação do mapa. Ao levá-lo para ser autenticado no IBGE, este não aceitou, por ter partes de suas divisas por linhas secas e retas. Veio a 5ª modificação do mapa da área que começou com 850 km² e acabou com 357 km².
A conquista plebiscitária foi realizada em 10 de abril de 1988, com a presença de 80% dos eleitores, de um total de 3.918 eleitores inscritos.
Finalmente a Lei nº 8.619 de 12 de maio de 1988, criou o Município de Cerro Grande do Sul. Fonte do Texto: Site Prefeitura Municipal.

Semana da Poesia presta homenagem Póstuma a Barbosa Lessa

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homenagem_barbosalessaCamaquã - A Associação Amigos da Água Grande - Fundação Barbosa Lessa, em parceria com a Casa do Poeta Camaquense (Capocam), realizou neste domingo (01), no Sítio Água Grande, uma homenagem póstuma para marcar os dez anos da morte do escritor Barbosa Lessa. Organizado pela Criarte Marketing & Eventos e promovido pela Prefeitura de Camaquã, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, o evento contou com o apoio do Núcleo de Pesquisas Históricas e do CTG Camaquã. A atividade integrou a programação da XVI Semana da Poesia, que nesta edição tem como tema central “Dez anos sem Barbosa Lessa - o Apóstolo da Cultura Gaúcha”. A Semana, que iniciou na noite de sexta-feira com o tradicional Cafezinho Poético-Musical se estende até o dia 5 de abril com diferentes atividades culturais.
A homenagem foi marcada pelo descerramento de uma placa alusiva à data e pela  inauguração da matriz do busto do escritor esculpida pelo artista camaquense Marcelo Rosales. Durante a festividade, o presidente da Capocam, Catulo Fernardes, relembrou a campanha “Os 20 Gaúchos que Marcaram o Século XX”, realizada pela RBS/TV em 1999, quando os camaquenses através das entidades e escolas realizaram uma mobilização intensa para que o nome de Barbosa Lessa ficasse entre eles. “Em apenas duas semanas, os camaquenses enviaram mais de 10 mil cupons e colocaram o nome de Barbosa Lessa entre os vinte mais votados. Desta forma, prestamos uma justa e merecida homenagem ainda em vida à Barbosa Lessa”, destacou. A presidente da Fundação Barbosa Lessa, Solange Renner, falou da alegria e honra de presidir uma entidade de relevante representatividade cultural. “Sinto-me honrada por estar à frente da Fundação e poder, juntamente com todos, prestar mais essa homenagem ao gaúcho Barbosa Lessa que deixou muita história e cultura ao nosso Rio Grande do Sul”, salientou. Os visitantes que acompanharam as homenagens desfrutaram ainda de uma tertúlia, seguida de um carreteiro. A cerimônia foi prestigiada pela viúva do escritor, Nilza Lessa, acompanhada do filho Guilherme Lessa e da nora, além de autoridades e representantes de entidades. “Agradeço a todos por esta demonstração de carinho”, disse emocionada Nilza.

Fim de semana de sol e campeirismo

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rodeio_borges_040412aA gauchada da região (VEJA O VÍDEO) que gosta de atirar um laço e se divertir esteve reunida mais uma vez na pista de rodeio de Silvio Farias, em Barro Preto, neste final de semana, dias 31 de Março e 1º de Abril, quando Alexandre Borges promoveu mais um rodeio com vaca mecânica para entreter a peonada que participa e o público que esteve assistindo as provas.
Desde o sábado até o final da tarde de domingo foram mais de R$ 3.500 mil em prêmios distribuídos aos que mais acertaram as armadas e aos bravos ginetes que tentaram a sorte no lombo dos aporreados, para o divertimento do público que se amontoava a beira da cerca pra ver os peões se agarrarem como podiam.
Em meio aos acampamentos a diversão também era intensa, onde se via gente de todas as idades pelos lombos dos cavalos, dos piazitos e prendinhas, aos avôs cultivando a tradição. O ambiente familiar do rodeio atraiu um grande público no domingo, e com a sorte dos organizadores de uma tarde de sol forte e brisa fresca, o clima esteve propício, como que por encomenda. Muitos optaram por fazer o seu próprio churrasco com familiares e amigos pelos acampamentos ao redor da pista, enquanto outros adquiriram o seu espeto de carne na churrasqueira da própria festa campeira. Uma copa e cozinha completava o serviço com saladas diversas e bebida gelada.
O número de laçadores nesta edição do rodeio mereceu destaque com muita gente se inscrevendo nas várias modalidades da competição. O bom número de ginetes também agradou os organizadores e o público que ganhou em qualidade de espetáculo.
Um ambulância e uma equipe de saúde da cidade de Camaquã estiveram durante todo o evento dando apoio a possíveis ocorrências de acidentes, porém não foi registrado nenhum caso.
Alexandre Borges comemorou bastante o sucesso do evento e declarou que cada vez mais fica satisfeito em ver que as pessoas valorizam a cultura gaúcha e a tradição dos rodeios, mesmo que em vacas mecânicas, já que há uma dificuldade de se promover um rodeio com gado em função dos altos custos para esse tipo de realização. Ele disse que vai realizar melhorias na estrutura do local com a construção de banheiros, plantio de árvores para prover sombra, entre outras ações para receber cada vez melhor os visitantes. A próxima festa campeira ainda não tem data marcada, mas a previsão, segundo Borges, é para início de Agosto desse ano.
Falando em nome de todos os organizadores do rodeio, Borges agradeceu todos que contribuíram para a realização da festa.

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