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Animais e Criações

Sindicato Rural debate a produção de leite em Tapes

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leite_tapes_240411Uma iniciativa do presidente do Sindicato Rural de Tapes e Sentinela do Sul, Juares Petry, reuniu 48 produtores rurais na sede da entidade na terça-feira (17) para debater a questão do desenvolvimento de uma bacia leiteira na região.
Para falar sobre a viabilidade do projeto esteve palestrando aos interessados o vice-presidente e coordenador da produção de leite da Farsul, Jorge Rodrigues, um dos maiores produtores de leite do estado, com vasta experiência no ramo e conhecimento técnico de sobra para transmitir aos interessados em iniciar a atividade.
“Temos a ideia de alavancar a produção, mas não entendemos do assunto o bastante para darmos os primeiros passos sozinhos então fomos buscar alguém que pudesse nos orientar nesse momento”, explicou Petry.
O presidente do SRT revelou ainda que esse é um projeto antigo já debatido entre a entidade rural e a administração municipal, através da secretaria Municipal de Produção Primária, desde novembro do ano passado e agora a Prefeitura e o SRT decidiram dar seguimento ao programa, portanto nesta oportunidade Petry convidou para a reunião pessoas interessadas em investir na produção de leite para desta forma dar o primeiro passo para pôr a ideia em prática.
Em sua palestra aos futuros produtores Jorge Rodrigues destacou a alimentação (pastagem e complementação), a qualidade genética, o manejo e a sanidade dos animais (cuidados com a tuberculose e brucelose) como aspectos fundamentais para o sucesso na produção. Ele desmistificou a ideia de “escravidão” do produtor de leite ao sistema de trabalho, colocando de forma clara que com escalas de trabalho organizadas é possível se obter excelentes rendimentos sem sobrecarga de serviços.
Para Rodrigues a região é promissora em políticas de desenvolvimento sustentável e considerou válido o ensaio da viabilidade de consorciação da produção de leite com o arroz, conforme já existe na região noroeste do estado onde a produção principal é a soja, e o leite já começa se destacar como complemento de atividade e renda.
O próximo passo agora, de acordo com Petry, será a convocação de uma reunião de trabalho para montar um planejamento estratégico de ações a serem realizadas. “Pretendemos, com o apoio da administração municipal, organizar viagens para conhecer roteiros da produção de leite no estado e modelos de instalações para decidir quais se adéquam melhor a realidade local”, adiantou o presidente do Sindicato Rural.
Para o prefeito municipal Sylvio Tejada, presente no encontro, a administração municipal tem no leite uma prioridade, tendo reaberto as instalações da cooperativa, ajustado a relação com a COSULATE e apoiado os produtores, que hoje tem uma situação de sustentabilidade.
“A nova movimentação visa criar no modelo profissional já que o outro é familiar. O desenvolvimento deste segmento chega como alternativa aos demais que se destacam que são a pecuária e arroz. Queremos atingir grande produção por dia aproveitando as terras férteis, clima, água, equipamentos e principalmente a capacidade de produzir alimentos de nossos produtores”, considerou o prefeito.
No grupo de trabalho deste programa estão envolvidos além da Prefeitura, o Sindicato Rural, Emater, consultores, indústria de laticínios e fabricantes de equipamentos dentro de um programa com base local na Prefeitura e Consórcio Centro Sul com  apoio do Ministério da Agricultura.
O presidente do SRT e o prefeito já estiveram em Brasília acompanhando empresários interessados em instalar uma indústria de laticínios no município e realizando contatos na área de captação de recursos e incentivos para a produção, como o programa ABC, do Banco do Brasil.
Paulo Coutinho presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Sentinela do Sul e Tapes também esteve presente na reunião e já nesta quinta-feira (26) estará incluindo na pauta da assembleia ordinária da entidade em Sentinela do Sul a questão da bacia leiteira, de modo a captar interessados em integrar o programa e estendê-lo pela região.

Treinamento sobre sanidade animal

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dpa_tapesDPA faz simulação de emergência sanitária em caso de aftosa
Tapes - De olho na proteção do Estado contra a Febre Aftosa, técnicos da Divisão de Fiscalização e Defesa Sanitária Animal (DPA) da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa/RS), estão realizando nesta semana uma simulação de emergência sanitária. A intenção é representar passo a passo todos os procedimentos que devem ser adotados numa situação de surto de aftosa.
A ação é desenvolvida a partir de recursos do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Estado do Rio Grande do Sul (Fundesa), como objetivo de aperfeiçoar e treinar os Médicos Veterinários do Estado, através da capacitação teórico/prática.  A simulação está sendo realizada no período de 09 a 17 de abril, no Pontal Tapes Hotel e conta com explanações teóricas, atividades práticas, atendimento à notificação de suspeita de doença vesicular, colheita de materiais biológicos para diagnóstico laboratorial, rastreamento dos focos, organização e realização de barreiras sanitárias, abates sanitários e ações de educação sanitária e comunicação social.
Na abertura oficial do evento na noite desta segunda-feira (09), autoridades do setor falaram a respeito da importância deste procedimento no estado.
Rodrigo Lorenzoni, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-. RS) fez um alerta para a valorização da profissão e os efeitos do trabalho dos médicos veterinários para o controle da sanidade e a manutenção dos bons números que o RS vem apresentando ao longo dos anos. “Está sendo tratado aqui o tema da aftosa que é um assunto da mais absoluta importância pro nosso estado em todos os segmentos, desde a sanidade do rebanho ao desenvolvimento econômico e social”, considerou.
Para o médico veterinário Eraldo José Leão Marques, diretor do Departamento de Defesa Agropecuário (DDA) o treinamento é de suma importância a medida que combina teoria e prática, apresentando situações reais onde os conhecimentos possam ser aplicados efetivamente. “Muitas vezes aprendemos a teoria, mas quando de fato aparece o problema em nossa frente não sabemos como proceder. Se o ensinamento não for bem encaminhado nesse sentido, de como fazer o enfrentamento correto, muitas vezes a gente não conduz as coisas da melhor maneira”, alertou.
Marques considera o treinamento como mais uma ferramenta de controle de sanidade assim como a vacina contra a aftosa, porém acredita que os estudos precisam evoluir cada vez mais e que haverá um tempo que a vacina será desnecessária.
O treinamento contará com a presença de observadores externos do Centro Panamericano de Febre Aftosa (PANAFTOSA), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, da Coordenação do PNEFA e da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
Essa iniciativa faz parte do processo de capacitação continuada dos técnicos do Estado do Rio Grande do Sul, bem como do cumprimento das diretrizes presentes no Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa.
Equipe de coordenação do Treinamento
Chefe do SDV/SEAPA: Fernando Groff
Chefe da DFDSA/SEAPA: Nelmo Antonio Adams
Médicos Veterinários doSDV/SEAPA: Marcelo Göcks e Lucila Carboneiro dos Santos
Médicos Veterinários do SDI/SEAPA: Antonio Augusto Rosa Medeiros e Ildara Nunes Vargas
Médica Veterinária SES/SEAPA: Rosane Colares
Médico Veterinário SEE/SEAPA: Diego Vialli dos Santos e Ana Carla Vidor

Piscicultura como alternativa de renda

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piscicultura_expoagroA região de Lajeado está entre as que mais se destacam na produção de peixes em cativeiro no Rio Grande do Sul. Devido à importância da aquicultura de água doce, o zootecnista do escritório regional da Emater/RS-Ascar de Lajeado, João Sampaio, coordena na Expoagro Afubra 2012 a demonstração da despesca, que é o momento em que se retiram os peixes do açude, separando-os por peso e espécie e os encaminhando para o transporte.
“Este é o ponto culminante na criação de peixes, o momento em que o produtor colhe os frutos do seu trabalho. A despesca deve ser feita com um equipamento correto, com calma”, afirma Sampaio. Os extensionistas responsáveis pela prática no açude, ao lado da Casa da Emater/RS-Ascar, são Deoclésio Picolli, Claudiomiro Oliveira e Martim Schmachtember.
Com a chegada da Sexta-feira Santa e da Páscoa, o consumo de peixe aumenta. Sampaio explica que, tradicionalmente, a maior parte da produção não é vendida para os abatedouros, mas comercializados vivos diretamente ao consumidor. “Desta forma, o peixe chega mais barato à população por não envolver estruturas de abate, garantindo a segurança alimentar por oferecer um produto fresco”, afirma Sampaio.
O produtor Luiz Folleto, de Lajeado, diz que sempre visita a Expoagro, sendo o momento da despesca o mais esperado. “É muito interessante porque nós podemos ver o trabalho dos técnicos na coleta dos peixes. A paciência deles é o que mais chama a atenção. Estou investindo há 5 anos no meu açude para criar traíra e, na hora da despesca, temos que tratar os peixinhos com muito cuidado”, explica.
O equipamento para a realização de despesca tem um custo acessível ao pequeno produtor. Conforme Sampaio, o grande desafio da atividade é quantificar o número de alevinos por açude e a realizar a despesca com a técnica adequada. “A rede deve ser puxada pelas extremidades. Muitos produtores ficam no meio da rede, tentando evitar com que os peixes escapem. Isso é muito perigoso, pois os peixes saltam e podem machucar alguém”, recomenda o zootecnista da Emater/RS-Ascar.
Para os produtores interessados em investir na criação de peixes, a Emater/RS-Ascar promove, através do Centro de Treinamento de Agricultores de Montenegro, dois cursos na área de piscicultura. Todos os detalhes sobre a criação semi-intensiva de peixes, desde a escolha do local, construção dos viveiros, dicas sobre alimentação, controle de qualidade da água e profilaxia, são apresentados aos alunos.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Jornalista Helena Boucinha
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(55) 9935-2636
Estagiário Maurício Sena

Piscicultura para aumentar a renda

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alevinos_peixesCerro G. do Sul
A piscicultura vem surgindo como forte aliada para a diversificação de renda nas propriedades rurais. Isto não é diferente em Cerro Grande do Sul, onde nesses últimos anos foram construídos centenas de poços e micro-açudes.
A Secretaria da Agricultura em parceria com o escritório da Emater/Ascar, através das máquinas da Patrulha Agrícola estão a cada ano intensificando os trabalhos de açudagem, trazendo assim uma segurança para os agricultores nas épocas de estiagem, os quais utilizam a água dos açudes para irrigar suas plantações tanto de milho, tabaco ou de arroz.
Mais uma mostra que a atividade de piscicultura está conquistando espaço foi vista nesta última quarta-feira (11).
Foram entregues cerca de 3.765 alevinos para agricultores do município. Na oportunidade os agricultores receberam carpas capim, cabeça grande, prateada, húngara, pacú, tilapia e jundiá.
Os alevinos de excelente qualidade eram oriundos da piscicultura Amorim de Potreiro Grande em Sentinela do Sul.

Entrega de alevinos aos piscicultores

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Sertão Santana
alevinos_sertao_110112Uma boa alimentação é sinônimo de uma vida saudável. E um dos grandes auxiliadores para este beneficio é o consumo de peixes, principalmente pelo índice elevado de ômega 3 que este possui. Neste patamar, a Secretaria Municipal de Agricultura de Sertão Santana busca melhorar a comercialização do produto fazendo o intermédio ao fazer as encomendas e distribuição dos diversos tipos de alevinos encomendados, como: Carpa Capim, Hungará, Cabeça Grande, Prateada, Jundiá, Traíra e Trairão.   
Segundo o secretário de Agricultura, Ivano Naibert, “Cada produtor vem junto à secretaria de agricultura, solicita a espécie de peixe que é de interesse, faz o pedido e marcamos uma data para ser entregue. São alevinos repassados pela prefeitura a preço de custo, proporcionando maior lucro ao produtor”, Com esta iniciativa, estamos oportunizando aos sertanenses a compra de peixes para o consumo durante o ano todo”, afirma.
Na terça-feira, dia 27/12/2011, foram entregues as últimas remessas de alevinos do ano. “Esta foi a 2ª remessa, onde foram entregues 9.800 alevinos que são trazidos do município de Estrela, explicou João Meyer, técnico agrícola da Secretaria Municipal de Agricultura.
A próxima remessa de alevinos será a partir de fevereiro e o produtor interessado deverá fazer as encomendas na Secretaria de Agricultura junto a Prefeitura Municipal.

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